TJPB: Coordenador da Infância e Juventude do TJ abordará violência contra a juventude em encontro na UFPB

21 Ago 2017

Por: clélia Toscano - TJPB

O coordenador da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça da Paraíba, juiz Adhailton Lacet Porto, vai proferir palestra por ocasião do ‘II Seminário Protagonismo Juvenil: Violência, Direitos Humanos e Políticas Públicas’, que será aberto nesta quarta-feira(23), às 8h, no Auditório do Centro de Ciências Sociais Aplicadas(CCSA), da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O magistrado falará sobre a “Análise panorâmica da violência contra a juventude”. O encontro terá continuidade na quinta-feira(24), das 8h às 17 horas.

Na oportunidade, será feita uma análise de todo tipo de violência praticada contra a juventude, não só a física como, também, a psicológica e, até mesmo, aquela que tenha como resultado a própria violação dos direitos infantojuvenis. O Seminário enfocará, ainda, aspectos da etiologia da violência extrema, que tem como consequência a formação de jovens violentos.

Durante o Seminário, serão abordados temas como: “O Marco Legal, Políticas Públicas, Juventude: Enfrentamento à violência Juvenil” e “Mobilização, Controle Institucional e Social das Políticas de Atenção ao Protagonismo Juvenil no Enfrentamento à Violência”.
Por ocasião do evento, haverá, também, uma oficina de mobilização para o enfrentamento da violência juvenil, com debates sobre desafios e potencialidades, além de encaminhamentos para ato público, na busca de soluções para a questão.

O juiz-coordenador da Infância e Juventude, Adhailton Lacet Porto, disse que o Seminário faz parte do Projeto de Extensão do Curso de Gestão Pública, da Universidade Federal da Paraíba, intitulado “Protagonismo Juvenil: Uma Aventura Cidadã II”

Sobre o momento de violência que vivemos no mundo atual, o magistrado ressaltou: “A violência que vem enfrentando nossos jovens não se limita apenas a agressões físicas, pois, toda forma de violação de direitos se caracteriza como uma violência e que, por isso mesmo, precisa ser discutida, enfrentada e dizimada, para fazer valer a doutrina da proteção Integral”, finalizou.