Curso de Formação sobre o Novo sistema Integrado de Adoção e Acolhimento

22 Ago 2018

Por: Abraminj com informações do CNJ
Foto: Abraminj

Nos dias 21 e 22 de agosto aconteceu, na sede do Conselho Nacional de Justiça em Brasília, o curso de formação sobre o novo sistema integrado de adoção e acolhimento de crianças e adolescentes.

O curso que é uma parceria do Conselho Nacional de Justiça com o Conselho da Justiça Federal (CJF) e a Associação Brasileira dos Magistrados da Infância e Juventude (Abraminj), foi ministrado por grupos de juízes coordenadores, que já tem contato com o sistema, e técnicos do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo (TJES), que auxiliaram na formação e implementação do novo cadastro.

Na ocasião estiveram presentes magistrados de todo o país, servidores do Poder Judiciário e representantes do Ministério Público e da Defensoria Pública, com a finalidade de conhecer as funcionalidades básicas implementadas no novo sistema para depois de formados disseminarem esse conhecimento em suas comarcas de origem.

Curso de Formação

Nos dois dias de curso, os participantes puderam aprender sobre o sistema, além de poderem manuseá-lo e entenderem como diferenciar o perfil das crianças e adolescente que ficarão registrados na plataforma.

O curso teve início com os agradecimentos da juíza auxiliar do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Sandra Silvestre, que falou da importância da implementação do novo sistema, além de explanar sobre a forma com que foi criado o sistema: “queremos que o novo sistema integrado seja uma resposta mais efetiva e melhor para crianças, adolescentes e para os pretendentes a adoção”, afirmou a juíza.

A formação também contou com o depoimento de grupos de juízes coordenadores, que auxiliaram na construção do novo Cadastro Nacional, entre eles a juíza do TJES, Morgana Emerick, que também faz parte da diretoria da Abraminj. Para ela o novo sistema veio para melhorar a vida de crianças e adolescentes, que terão seus dados detalhados no cadastro: “O sistema novo está sendo ampliando com grande avanço na questão da adoção e gerenciamento da vida das crianças acolhidas”, explanou a juíza.

Dois técnicos do Tribunal de Justiça do Estado do Espirito Santo (TJES) que auxiliaram na construção e implementação nos estados já implementados, apresentaram as mudanças no novo sistema através de slides explicativos e retirada de dúvidas dos participantes.

 

Novo CNA

O novo CNA tem o objetivo de colocar sempre a criança como sujeito principal do processo, para que se permita a busca de uma família para ela, e não o contrário. Entre as medidas que corroboram essa intenção estão a emissão de alertas em caso de demora no cumprimento de prazos processuais que envolvem essas crianças e a busca de dados aproximados do perfil escolhido pelos pretendentes, ampliando assim as possibilidades de adoção.